terça-feira, 26 de novembro de 2013

Teoria da janela partida

“TEORIA DA JANELA PARTIDA” (broken windows theory)

 Há alguns anos, a Universidade de Stanford (EUA), realizou uma
 experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas idênticas,
da  mesma marca, modelo e até cor, abandonadas na via pública. Uma no
 Bronx, zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto,
 uma zona rica e tranqüila da Califórnia.  Duas viaturas idênticas
 abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma
equipe  de especialistas em psicologia social estudando as condutas das
 pessoas em cada local.
 Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada
 em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio,
etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam
levar, destruíram.
 Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto  manteve-se intacta.
 Mas a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura
 abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há
uma  semana impecável, os pesquisadores partiram um vidro do automóvel
de  Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o
 de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo
ao  mesmo estado que o do bairro pobre. Porque o vidro partido na viatura
 abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo
um  processo delituoso?
Evidentemente, não é devido à pobreza, é algo que
 tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.
 Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma idéia de
 deterioração, de desinteresse, de despreocupação. Faz quebrar os
 códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de
regras.  Induz ao “vale-tudo”. Cada novo ataque que a viatura sofre
reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores,
se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.
 Baseados nessa experiência, foi desenvolvida a ‘Teoria das Janelas
 Partidas’, que conclui que o delito é maior nas zonas onde o
descuido,  a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores.
Se parte um vidro de  uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito
rapidamente  estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe
sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se
gerará  o delito. Se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar em lugar proibido,
exceder o limite de velocidade ou passar com o sinal vermelho) e as mesmas
não  são sancionadas, então começam as faltas maiores e delitos cada
vez  mais graves. Se permitem atitudes violentas como algo normal no
 desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de
 maior violência quando estas pessoas forem adultas.
 Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são
progressivamente abandonados pela maioria das pessoas, estes mesmos
espaços são progressivamente ocupados pelos delinqüentes.
 A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em
meados  da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido
no  ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas
 transgressões: lixo jogado no chão das estações, alcoolismo entre
o  público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e
 desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno
 conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
 Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York,
 baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô,
 impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’. A estratégia consistia
 em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo
 transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado
 prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da
cidade  de Nova York.  A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de
solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito
mais a
prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de
linchar o delinqüente, pois aos dos abusos de autoridade da polícia deve-se
 também aplicar-se a tolerância zero. Não é tolerância zero em relação à
pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio
delito.
Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos
códigos  básicos da convivência social humana.  Essa é uma teoria
interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso
bairro, na rua onde vivemos. A tolerância zero colocou Nova York na lista
das cidades seguras.
Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com
 corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.
 Reflita sobre isso (e, por favor, não quebre janelas!)

Dicas para fazer sexo na 3ª idade


Dicas para fazer sexo na 3ª idade:
1. Ponha os óculos.
2. Certifique-se de que sua companheira está realmente na cama.
3. Ajuste o despertador
para tocar daí a 3 minutos, para o caso de adormecer durante a 'performance'.
4. Acerte a iluminação: apague todas as luzes.
5. Deixe o tlm programado para o número da EMERGÊNCIA MÉDICA.
6. Escreva na mão o nome da pessoa que está na cama, para o caso de não se lembrar.
7.Tenha um analgésico à mão, para o caso de conseguir cumprir a 'performance'.
8. Não faça muito barulho
: nem todos os seus vizinhos são surdos como você.
9. Se tudo der certo, telefone para seus amigos para contar as boas novas!
10. Nunca, jamais, pense em repetir a dose, mesmo sob efeito de VIAGRA.
11. Não esqueça de levar dois travesseiros para colocar sob os joelhos, para não forçar a artrose.
12. Se for usar camisinha, avise antes o pirilau 'que não se trata de touca para dormir', senão ele pode se confundir.
13. Não esqueça de tirar a parte de baixo do pijama, mas fique com uma camisolão para não apanhar gripe.
14. Não tome nenhum tipo de laxante nos dias anteriores; nunca se sabe quando se tem um acesso de tosse...
PS: (Estas dicas foram escritas com letras grandes para facilitar a leitura...!

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

VENENO FATAL PRODUZIDO NO ORGANISMO

VENENO FATAL PRODUZIDO NO ORGANISMO / É BOM CONHECER ISTO!

COMO PRODUZIR ARSÉNICO NATURALMENTE...

Em Taiwan, uma mulher morreu de repente com sinais de hemorragia em seus ouvidos, nariz, boca e olhos. Depois de uma autópsia preliminar, foi diagnosticado como "causa mortis" envenenamento por arsénico. Mas qual foi a origem do arsénico?

A polícia, então, iniciou uma profunda e extensa investigação. Um professor de medicina foi  convidado para ajudar a resolver o caso. O professor cuidadosamente examinou os restos existentes no estômago da vítima, e, em menos de meia hora, o mistério foi elucidado.
O professor disse: "O óbito não se deu por suicídio nem por assassinato, a vítima morreu acidentalmente por ignorância!"

"O arsénico foi produzido no estômago da vítima". A vítima tomava Vitamina C todos os dias, que por si só não é nenhum problema. O problema é que ela comeu camarão no jantar. Entretanto, na mesma ocasião, a vítima também tomou Vitamina C; é aí onde reside o problema.
Pesquisadores da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, descobriram através de experiências, que alimentos, como camarão "casca mole" contem alta concentração de compostos de potássio-arsénico 5. Tais alimentos frescos, por si só, não são tóxicos para o corpo humano! Entretanto, ao ingerir a Vitamina C, devido a uma reacção química, o inicialmente não-tóxico potássio-arsénico 5 (como anidrido também conhecido como óxido arsénico - As2 O5). Este converte-se no tóxico potássio-arsénico 3 (ADB anidrido arsénico), também conhecido como trióxido de arsénio (As2 O3), que é conhecido como arsénico!

Dessa forma, como medida de precaução, NÃO coma camarão quando ingerir Vitamina C.