As universidades Harvard e Cambridge publicaram recentemente um compêndio com 20 Conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual :
01- Um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o Ferro e repor a Vitamina C.
02- Salpicar canela no café para manter baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue.
03- Trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral. O pão integral tem 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que tem o pão branco.
04- Mastigar os vegetais por mais tempo. Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.
05- Adotar a regra dos 80%: Servir-se menos 20% da comida que costuma comer, evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.
06- LARANJA - o futuro está na laranja, que reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.
07- Fazer refeições coloridas tipo o arco-íris. Comer, DIARIAMENTE, uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.
08- Comer pizza, macarronada ou qualquer outra coisa com molho de tomate. Mas escolha as pizzas de massa fininha. O Licopeno, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores; e, é melhor absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza .
09- Limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente. As escovas podem espalhar gripes e resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças, quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.
10- Realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória... Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova... Leia um livro e memorize parágrafos; escreva, estude, aprenda. Sua mente agradece e seus amigos também, pois é interessante conversar com alguém que tem assunto.
11- Usar fio dental e não mastigar chicletes . Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois tem os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.
12- Rir. Uma boa gargalhada é um pequeno exercício físico: 100 a 200 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa, os anticorpos.
13- Não descascar com antecipação. Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer. Sucos de frutas têm que ser tomados assim que são preparados.
14- Ligar para seus parentes/pais de vez em quando. Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo, ou doenças cardíacas em idade temporã.
15- Desfrutar de uma xícara de chá. O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá Verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.
16- Ter um animal de estimação. As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas. Os mascotes fazem você sentir-se otimista, relaxado, e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourado pode causar um bom resultado.
17- Colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche. Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, e outras vantagens são conseguidas atráves de verduras frescas.
18- Reorganizar a geladeira . As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso, é melhor usar á área reservada a elas, aquela caixa bem embaixo, ou guardar em uma vasilha escura e bem fechada.
19- Comer como um passarinho. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes, e comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.
20- Uma banana por dia quase dispensa o médico. A banana previne a anemia, a tensão arterial alta, melhora a capacidade mental, cura ressacas, alivia azia, acalma o sistema nervoso, alivia TPM, reduz risco de infarto, e tantas outras coisas.
21- E, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida:
- comer chocolate. Duas barras por semana estendem um ano a vida. O amargo é fonte de ferro, magnésio e potássio.
- pensar positivamente. Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que, além disso, os pessimistas pegam gripes e resfriados mais facilmente, e são menos queridos e mais amargos.
- ser sociável. Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.
- conhecer a si mesmo. Os verdadeiros crentes e aqueles que priorizam o 'ser' sobre o 'ter' têm 35% de probabilidade de viver mais tempo, e de ter boa qualidade de vida...
Não parece tão sacrificante, não é verdade? Uma vez incorporados, os conselhos, facilmente tornam-se hábitos.
Como tenho sempre falado sobre a alimentação-lixo que temos consumido, não posso deixar de reiterar sobre um alimento que é vendido como opção saudável de óleo, e mais uma vez somos feitos de idiotas e cobaias, e caímos nas armadilhas da indústria alimentícia. Esse engodo é o óleo de Canola.
Voltando um pouco ao passado, você deve lembrar que, a margarina foi apresentada como alternativa mais saudável para a manteiga, e vista por muitos 100% vegetarianos (ou veganos, como preferir) como a “salvação da lavoura”. Não demorou muito, após algumas pesquisas, se comprovar que a margarina era tão saudável quanto plástico derretido. E afirmo que, ainda hoje, muitos desconhecem fatos como esse. Imagine sobre o óleo de canola.
O interessante é que, o óleo de canola, além de ser vendido em frascos como alternativa ao óleo de soja, também está sendo usado largamente em alimentos processados, como congelados prontos, em pratos de restaurantes, inclusive vegetarianos, e até sendo vendido, em lojas de produtos naturais e orgânicos, como um “óleo cheio de propriedades benéficas”. E se não bastasse, médicos, nutricionistas e “especialistas” atestam suas benesses, e indicam sem medo. Não, não e não!
Canola é um novo nome de Colza, um 'tipo' de mostarda que foi ou é a mesma planta utilizada para a produção do agente mostarda, gás letal usado de forma terrível nas últimas grandes Guerras Mundiais.
Em primeiro lugar, é preciso estabelecer a seguinte questão: o que é canola, que afinal, nem consta nas enciclopédias (Comptons e Encarta de 96)?
Veja só: Canola é novo nome de um 'tipo' de Colza.
Para começar, canola sequer é um vegetal, mas uma sigla para “CANADIAN OIL”. Esse óleo é produzido, processado e exportado pelo Canadá. Através de lobby, o governo canadense fez com que o FDA (órgão americano que controla medicamentos e alimentos) classificasse a canola como “GRAS”, termo em inglês para “Considerado seguro em geral”. Essa manobra fez com que os testes de qualidade de longo termo não fossem realizados, contribuindo para que a farsa persista até os dias de hoje. E só a partir dos anos 2000, as pesquisas em Universidades fizeram cair por terra à farsa da “planta canola”.
Mas se a canola não é um vegetal, de onde ela vem? Vem da colza, um grão, cujo governo canadense subsidia a maior parte dos custos de plantio e colheita. É um vegetal barato, fácil de crescer e resistente a insetos. Dessa forma, o óleo de canola é mais barato e mais fácil de ser usado em alimentos processados, se comparado a óleos mais saudáveis e prensados a frio, como o azeite de oliva.
Seu nome original é óleo “Lear”, ou óleo de colza com baixo ácido erúcico, um híbrido da colza natural, desenvolvido para remover a maior parte do ácido erúcico, que é altamente tóxico. Óleo de colza é tão tóxico, que animais e insetos não o ingerem.
Detalhe, tal óleo foi utilizado pela primeira vez já no século XX como óleo industrial. Para evitar rejeição e conflitos ao ser utilizado como óleo para consumo humano, o nome do óleo deveria ser modificado, e é daí que vem o termo “Canola”, utilizado desde 1988.

Agrotóxico “Roundup”
Colza é uma planta da família das brássicas - Brassica campestris. Portanto, como já foi escrito acima, a colza é um 'tipo' de mostarda que foi ou é a mesma planta utilizada para a produção do agente mostarda, gás letal usado de forma perversa nas últimas Guerras Mundiais. Repito para que você não esqueça a sua origem!
O óleo de colza é muito utilizado como substrato de óleos lubrificantes, sabões e combustíveis, sendo considerado venenoso para coisas vivas: eficiente repelente (bem diluído) de pragas em jardins. Ou seja, é um potente agrotóxico (veja a imagem da embalagem ao lado). Este poder tóxico é proporcionado pela alta quantidade de ácido erúcico contido no óleo.
O óleo de colza tem sido usado de forma alimentar no Extremo Oriente, na forma não refinada, e contrabalançada com uma dieta rica em gordura insaturada, o que evitaria seus graves efeitos tóxicos.
Colza é uma planta da família das brássicas - Brassica campestris. Portanto, como já foi escrito acima, a colza é um 'tipo' de mostarda que foi ou é a mesma planta utilizada para a produção do agente mostarda, gás letal usado de forma perversa nas últimas Guerras Mundiais. Repito para que você não esqueça a sua origem!
O óleo de colza é muito utilizado como substrato de óleos lubrificantes, sabões e combustíveis, sendo considerado venenoso para coisas vivas: eficiente repelente (bem diluído) de pragas em jardins. Ou seja, é um potente agrotóxico (veja a imagem da embalagem ao lado). Este poder tóxico é proporcionado pela alta quantidade de ácido erúcico contido no óleo.
O óleo de colza tem sido usado de forma alimentar no Extremo Oriente, na forma não refinada, e contrabalançada com uma dieta rica em gordura insaturada, o que evitaria seus graves efeitos tóxicos.
Mas tem mais. Como é lógico presumir, a Monsanto (multinacional de agricultura e biotecnologia, líder na produção de sementes geneticamente modificadas – os Transgênicos, da soja DNA transgênico “Roundup ready” e do herbicida glifosato, vendido sob a marca “Roundup”, ver imagem ao lado) também está envolvida, e fez modificações genéticas na colza, para que se tornasse resistente às altas dosagens do agrotóxico Roundup (usado virtualmente em todas as culturas graneleiras, em todo o mundo).
Além da questão do Roundup, o óleo ainda é aquecido a mais de 300 ºC, como forma de retirar o terrível odor que possui. É válido lembrar, que óleos processados passam por outros processos como a degumação, acidulação, clarificação, extração química a base de solventes; todas técnicas que viabilizam uma produção industrial, de algo que faz mal a nossa saúde.
No entanto, no ocidente, o objetivo era produzir um óleo com pouca gordura poliinsaturada, e boa quantia de ácido oléico e ômega-3. O óleo de oliva tem estes predicados, mas sua produção em larga escala é dispendiosa.
Aí entram em cena empresas de 'ótimas intenções', como a Monsanto (como foi explicitado acima) e produz uma variação transgênica da colza.
Para evitar problemas de marketing, usa o nome CAN - OLA ( “Canadian low oil”, ou óleo canadense). Isto mesmo: CANOLA é absolutamente transgênica.
Sua comparação aos benefícios do óleo de oliva não passa de uma estratégia de venda: o óleo de oliva é bem mais caro, mas o de canola é mais caro do que os outros óleos que estão no mercado, apesar de ser de produção baratíssima! Bom negócio, enfim.
Mesmo assim, vou explicar técnica e nutricionalmente, a diferença entre o óleo de canola e de oliva extra virgem.
O óleo de canola é monoinsaturado, o que significa que nesse aspecto, é semelhante ao azeite de oliva e mais barato; e é justamente nesse ponto que há a ênfase de marketing. Mas as semelhanças param por aí, já que o azeite de oliva extra virgem real não é processado, nem contém ácidos graxos transgênicos e tóxicos, ou outros componentes geneticamente modificados. Em termos de óleos para consumo humano, o óleo de canola contém os índices mais baixos de ácidos graxos essenciais, e são justamente tais ácidos que oferecem os maiores benefícios para a saúde. Não se esqueça que, os ácidos graxos essenciais são responsáveis por produção de energia, aumento de metabolismo, aumento de crescimento muscular, transporte de oxigênio, crescimento normal celular, funções nervosas e regulação hormonal, e principalmente, auxiliam na diminuição dos níveis de triglicerídeos e colesterol ruim LDL.
Depois de muitos anos foi vinculada na imprensa, uma série de estudos não divulgados anteriormente, demonstrando a nocividade do óleo de canola.
Um exemplo foi o estudo feito a partir de criadores de porcos, que achando que a ração à base de óleo de canola na fórmula, fosse a mais adequada para sua criação, passaram a só alimentá-los com este tipo de ração. Após alguns meses, muitos criadores se surpreenderam negativamente, já que esta ração acarretou uma perigosa redução de vitamina E, e as plaquetas sanguíneas dos suínos se tornaram mais rígidas, impedindo o fluxo sanguíneo. Muitos ficaram severamente doentes.
O óleo de canola está longe de ser tão salutar assim como se alardeia. Produz déficit de vitamina E, que é um antioxidante natural. Observem que, os alimentos feitos com canola embolaram mais rapidamente.
As pequenas quantidades de ácido erúcico, que ainda persistem na planta alterada (transgênica), continuam sendo tóxicas para o consumo humano (e também de animais, como o caso dos porcos acima), e esta ação tóxica é cumulativa. Existem relatos de inúmeras outras enfermidades ligadas à ingestão e até mesmo a inspiração de vapores de canola (possível vínculo com câncer de pulmão).
Se observar bem, pode deixar um cheiro rançoso nas roupas, pois é facilmente oxidado, e seu processo de refinamento produz as famigeradas gorduras trans (igual problema de muita das margarinas) relacionadas às graves doenças incluindo o câncer, e outras degenerativas.
Outros testes descobriram vários desequilíbrios entre os micronutrientes naturais. Esses desequilíbrios são parte do que a tecnologia faz para criar alimentos-venenos e minar a saúde humana em longo prazo.
A canola também ilustra um jeito de funcionar das megas empresas de biotecnologia, de que tudo podem, desde que o custo seja baixo, e o retorno financeiro seja elevado e garantido, e sem jamais se preocuparem com as conseqüências.
Bem, se você não queria usar transgênicos sem seu expresso consentimento, mas já usou o óleo de canola, talvez até aconselhado pelo seu cardiologista ou nutricionista, fazer o quê?
Perdemos o direito desta opção quando nos foi retirada toda a informação. Mas se é tão bom assim como se diz, porque não informar tudo a respeito?
Em abril de 2002, nos Estados Unidos, o CFS (Centro de Segurança Alimentar) e o GEFA (Alerta de Alimentos Geneticamente Produzidos) pediram uma investigação criminal contra a “Monsanto” e a “Aventis”, e também contra o Departamento Americano de Agricultura, que haviam permitido o ingresso ilegal de sementes de colza modificada para dentro do território americano, antes da aprovação legal desta importação para produção local.
Aqui no Brasil e nos Estados Unidos tudo funciona meio parecido. A própria liberação da canola no território americano contou com estímulo de US$ 50 milhões do governo Canadense, para que o FDA (órgão regulador) facilitasse seu ingresso na indústria alimentar de lá, mesmo sem os adequados estudos de segurança em humanos.
Enfim, novamente nos defrontamos com uma situação em que a mão do homem subverte o bom senso entre ciência e saúde, ao que parece porque os interesses econômicos são muito mais persuasivos que os interesses dos consumidores. E tudo muito escamoteado ou até protegido por órgãos governamentais, que a priori, deveriam funcionar para servir e proteger o consumidor.
Mas o pior, é que não podemos contar com os meios de informações, que sistematicamente informam o que interesses maiores julgam mais oportuno.
A canola, podemos ter certeza, é uma fração pequena do mundo obscuro do capitalismo científico, que pesquisa fontes de enriquecimento muito mais entusiasticamente do que as verdadeiras fontes de saúde, vida e paz!
Então, não se deixe enganar pela pesada propaganda que acompanha o óleo de canola , nem seu rótulo que apregoa benefícios para o coração com selos de orgãos “competentes”, que nem sabem do que se trata; ou será que sabem?
Além da questão do Roundup, o óleo ainda é aquecido a mais de 300 ºC, como forma de retirar o terrível odor que possui. É válido lembrar, que óleos processados passam por outros processos como a degumação, acidulação, clarificação, extração química a base de solventes; todas técnicas que viabilizam uma produção industrial, de algo que faz mal a nossa saúde.
No entanto, no ocidente, o objetivo era produzir um óleo com pouca gordura poliinsaturada, e boa quantia de ácido oléico e ômega-3. O óleo de oliva tem estes predicados, mas sua produção em larga escala é dispendiosa.
Aí entram em cena empresas de 'ótimas intenções', como a Monsanto (como foi explicitado acima) e produz uma variação transgênica da colza.
Para evitar problemas de marketing, usa o nome CAN - OLA ( “Canadian low oil”, ou óleo canadense). Isto mesmo: CANOLA é absolutamente transgênica.
Sua comparação aos benefícios do óleo de oliva não passa de uma estratégia de venda: o óleo de oliva é bem mais caro, mas o de canola é mais caro do que os outros óleos que estão no mercado, apesar de ser de produção baratíssima! Bom negócio, enfim.
Mesmo assim, vou explicar técnica e nutricionalmente, a diferença entre o óleo de canola e de oliva extra virgem.
O óleo de canola é monoinsaturado, o que significa que nesse aspecto, é semelhante ao azeite de oliva e mais barato; e é justamente nesse ponto que há a ênfase de marketing. Mas as semelhanças param por aí, já que o azeite de oliva extra virgem real não é processado, nem contém ácidos graxos transgênicos e tóxicos, ou outros componentes geneticamente modificados. Em termos de óleos para consumo humano, o óleo de canola contém os índices mais baixos de ácidos graxos essenciais, e são justamente tais ácidos que oferecem os maiores benefícios para a saúde. Não se esqueça que, os ácidos graxos essenciais são responsáveis por produção de energia, aumento de metabolismo, aumento de crescimento muscular, transporte de oxigênio, crescimento normal celular, funções nervosas e regulação hormonal, e principalmente, auxiliam na diminuição dos níveis de triglicerídeos e colesterol ruim LDL.
Depois de muitos anos foi vinculada na imprensa, uma série de estudos não divulgados anteriormente, demonstrando a nocividade do óleo de canola.
Um exemplo foi o estudo feito a partir de criadores de porcos, que achando que a ração à base de óleo de canola na fórmula, fosse a mais adequada para sua criação, passaram a só alimentá-los com este tipo de ração. Após alguns meses, muitos criadores se surpreenderam negativamente, já que esta ração acarretou uma perigosa redução de vitamina E, e as plaquetas sanguíneas dos suínos se tornaram mais rígidas, impedindo o fluxo sanguíneo. Muitos ficaram severamente doentes.
O óleo de canola está longe de ser tão salutar assim como se alardeia. Produz déficit de vitamina E, que é um antioxidante natural. Observem que, os alimentos feitos com canola embolaram mais rapidamente.
As pequenas quantidades de ácido erúcico, que ainda persistem na planta alterada (transgênica), continuam sendo tóxicas para o consumo humano (e também de animais, como o caso dos porcos acima), e esta ação tóxica é cumulativa. Existem relatos de inúmeras outras enfermidades ligadas à ingestão e até mesmo a inspiração de vapores de canola (possível vínculo com câncer de pulmão).
Se observar bem, pode deixar um cheiro rançoso nas roupas, pois é facilmente oxidado, e seu processo de refinamento produz as famigeradas gorduras trans (igual problema de muita das margarinas) relacionadas às graves doenças incluindo o câncer, e outras degenerativas.
Outros testes descobriram vários desequilíbrios entre os micronutrientes naturais. Esses desequilíbrios são parte do que a tecnologia faz para criar alimentos-venenos e minar a saúde humana em longo prazo.
A canola também ilustra um jeito de funcionar das megas empresas de biotecnologia, de que tudo podem, desde que o custo seja baixo, e o retorno financeiro seja elevado e garantido, e sem jamais se preocuparem com as conseqüências.
Bem, se você não queria usar transgênicos sem seu expresso consentimento, mas já usou o óleo de canola, talvez até aconselhado pelo seu cardiologista ou nutricionista, fazer o quê?
Perdemos o direito desta opção quando nos foi retirada toda a informação. Mas se é tão bom assim como se diz, porque não informar tudo a respeito?
Em abril de 2002, nos Estados Unidos, o CFS (Centro de Segurança Alimentar) e o GEFA (Alerta de Alimentos Geneticamente Produzidos) pediram uma investigação criminal contra a “Monsanto” e a “Aventis”, e também contra o Departamento Americano de Agricultura, que haviam permitido o ingresso ilegal de sementes de colza modificada para dentro do território americano, antes da aprovação legal desta importação para produção local.
Aqui no Brasil e nos Estados Unidos tudo funciona meio parecido. A própria liberação da canola no território americano contou com estímulo de US$ 50 milhões do governo Canadense, para que o FDA (órgão regulador) facilitasse seu ingresso na indústria alimentar de lá, mesmo sem os adequados estudos de segurança em humanos.
Enfim, novamente nos defrontamos com uma situação em que a mão do homem subverte o bom senso entre ciência e saúde, ao que parece porque os interesses econômicos são muito mais persuasivos que os interesses dos consumidores. E tudo muito escamoteado ou até protegido por órgãos governamentais, que a priori, deveriam funcionar para servir e proteger o consumidor.
Mas o pior, é que não podemos contar com os meios de informações, que sistematicamente informam o que interesses maiores julgam mais oportuno.
A canola, podemos ter certeza, é uma fração pequena do mundo obscuro do capitalismo científico, que pesquisa fontes de enriquecimento muito mais entusiasticamente do que as verdadeiras fontes de saúde, vida e paz!
Então, não se deixe enganar pela pesada propaganda que acompanha o óleo de canola , nem seu rótulo que apregoa benefícios para o coração com selos de orgãos “competentes”, que nem sabem do que se trata; ou será que sabem?
É bom esclarecer que não é só a Monsanto que produz alimentos transgênicos, existem outras empresas de biotecnologia de alimentos como a Basf, e inclusive, a nossa Embrapa, já criou alimentos geneticamente modificados e faz melhoramentos genéticos constantes. A própria planta “Colza”, de que é retirado o óleo de Canola, é fruto de melhoramentos da Embrapa para a produção nacional.
“No Brasil, desde de 2007, se cultiva apenas canola de primavera, da espécie Brassica napus L. variação “oleifera”, que foi desenvolvida por melhoramento genético convencional da colza (variação transgênica produzida pela Multinacioal de Alimentos Monsanto), grão que apresentava teores mais elevados de ácido erúcico e de glucosinolatos. Na Embrapa Trigo as pesquisas e experiências com a produção e uso de óleo de colza já passou pelo combustível, no final dos anos 1990 retomou-se a pesquisa com essas culturas, exclusivamente com o padrão canola. Atualmente, com a demanda pelos biocombustíveis, essa cultura conta com um novo incentivo de produção. Este “Sistema de Produção” é mais um resultado do esforço que a equipe de pesquisadores da Embrapa Trigo vem realizando em favor do desenvolvimento da cultura de canola no país.” (Informação fornecida Gilberto R. Cunha ex-Chefe-Geral da Embrapa Trigo)
Portanto, “Colza” é uma planta transgênica, produzida pela multinacional Monsanto, e por isso o título do texto “ A planta que Deus não criou”. Muitos países, ainda pagam royalties à Monsanto pela comercialização de seus derivados, como o óleo do Canola.
Os alimentos geneticamente modificados não têm mais de 30 anos de exploração efetiva, como então, atestar que não causem doenças, malefícios ou desordens orgânicas?
O que já foi comprovado e podemos afirmar in loco é o dano ao meio ambiente. Pequenos insetos, muito importantes para o ecossistema, inclusive abelhas, desaparecem durante e após as lavouras de sementes geneticamente modificadas. E o que dizer da perda da biodiversidade de grãos, sementes e frutos, ao se priorizar a monocultura do arroz, da soja, do milho transgênico, etc.
E a questão sócio-econômica? As grandes empresas de biotecnologia como a Monsanto, Basf, etc., cobram royalties que muitos países pobres não podem pagar, e acabam se endividando e se tornando co-dependentes destas multinacionais. Os pequenos agricultores ficam à mercê do preço estipulado dos grãos e sementes de poucas empresas de transgênicos, e não tem outra opção de compra. É o oligopólio em franca expansão! E ainda, a competição desleal com pequenos grupos de agricultores familiares, que são facilmente “engolidos” pelos preços competitivos das multinacionais de transgênicos. Estas famílias de pequenos agricultores são de suma importância para evitar o inchaço das cidades, pois fixam o homem no campo, e ajudam na conservação ambiental, já que seu “ganha pão” depende de sua terra, e farão o possível para o cultivo sustentável e preservação.
Repassem para seus amigos, e continuem com seus bons e velhos óleos de milho (sem transgenia), girassol, gergelim, soja (também sem transgenia, obviamente), etc.; ou ainda melhor, com o azeite extra virgem de oliva com até 0,5% de acidez (sem levá-lo a altas temperaturas, é claro!).
JAQUELINE LOUIZE
Nutrição / educação física
Nutrição / educação física































