Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície do
planeta e são fundamentais para o seu equilíbrio climático. Além de
influenciarem o clima, as algas que flutuam sobre suas águas são responsáveis
por 90% da fotossíntese na terra. Mas
mesmo sabendo de sua importância, o ser humano continua poluindo.
Suas águas abrigam milhares de espécies de plantas e animais que, por sua vez,
são importantes para as pessoas por produzirem alimentos, além de permitirem
atividades recreativas.
Um desrespeito com a natureza, a nossa
natureza! Qualquer animal que se alimente de lixo, estará ingerindo veneno, que
podem ser introduzidos através da pesca na cadeia alimentar do ser humano. Lixos que chegam ao mar principalmente pela
ação das chuvas, que varrem os aterros sanitários, confundindo os animais,
criando anomalias e matando os moradores do mar. Essa confusão
resulta em pelo menos três importantes problemas para os animais: desnutrição
(o animal se sente alimentado, mas, na verdade, ele ingeriu um pouco de lixo,
não uma planta ou outro animal de sua cadeia alimentar), asfixia e lesões
internas, sem contar que eles podem ficar presos em objetos variados, sofrer
feridas e infecções e ter dificuldade para nadar, encontrar alimentos e escapar
dos predadores.
Apesar de todos os sinais do iminente colapso,
pouco ou nada se faz para evitar essa catástrofe, pois muito se fala sobre o
assunto, mas quando paramos para pensar em nossa real contribuição em amenizarmos o problema, vemos que muito falta
a se fazer.
Para os seres humanos, o lixo
marinho causa problemas tais como:
- Degradação
da qualidade e da aparência estética das águas para banho de mar e das
praias;
- Prejuízos econômicos para as
comunidades costeiras devido à queda no turismo. (a limpeza do lixo
marinho também é muito onerosa)
- Prejuízos para a indústria da
pesca;
- Perigos para a saúde (resíduos hospitalares, esgotos) e segurança (cortes com vidros).
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